Metodologias de Ensino

Thuinie Daros: as abordagens pedagógicas mais promissoras para 2021

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Thuinie Daros sugere abordagens pedagógicas que podem transformar (para melhor) as instituições de ensino e a aprendizagem em 2021. Crédito: Pexels.

Thuinie Daros sugere abordagens pedagógicas que podem transformar (para melhor) as instituições de ensino e a aprendizagem em 2021. Créditos: Pexels.

O texto abaixo faz parte do especial “Tendências para a educação em 2021“, publicado pelo portal Desafios da Educação. No artigo, Thuinie Daros sugere abordagens pedagógicas que podem transformar (para melhor) as instituições de ensino e a aprendizagem – incluindo experiências digitais, modelos cada vez mais híbridos, inovadores e criativos, tanto em sala de aula presencial quanto online.


Você já parou para imaginar como serão as abordagens pedagógicas mais utilizadas em 2021? Serão 100% on-line, hyflex, híbridas?

Imaginar o cenário educacional para o próximo ano – considerando os recursos que estarão disponíveis, os formatos que serão utilizados, as metodologias que serão aplicadas e principalmente como serão as relações estabelecidas entre estudantes e professores – desafia os profissionais da educação.

O transtorno acadêmico causado pela pandemia do coronavírus é generalizado tanto quanto a incerteza dos formatos pedagógicos que serão vivenciados. No entanto, a transformação digital que já vinha sinalizando a necessidade de mudanças profundas na educação, independente do cenário pandêmico ou pós-pandêmico, continuarão impactando a forma como ensinamos e aprendemos.

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Se em 2020 dialogamos fortemente sobre educação a distância (EAD), ensino presencial e ensino remoto,  para 2021 vale a consciência de que não podemos seguir com a oferta de um ensino híbrido emergencial ou mesmo um presencial ou on-line exatamente da forma como vínhamos fazendo.

Vale um alerta: a covid-19 tem acelerou mudanças educacionais, mas muitas implementações ficaram comprometidas porque as escolas e as instituições educacionais precisaram fazer rapidamente a migração do ensino presencial para o remoto. E nem todas as instituições conseguiram o tempo e recursos necessários para desenvolverem soluções ideais.

Tivemos muitos aprendizados e certamente devem ser analisados e incorporados àqueles que fazem sentido para cada realidade escolar. O fato é que precisamos cada vez mais de instituições focadas na transformação dos seus processos de ensino, fornecendo experiências digitais, modelos cada vez mais híbridos, fomentando a inovação a criatividade por meio de uma arquitetura educacional que promova experiências mais ativas e significativas e por isso defendemos que a sala de aula (seja presencial ou online) precisa ser reinventada.

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Quanto mais robusta em termos de possibilidades de uso a sala de aula virtual, melhores as condições de garantir aprendizagem online.

Quanto mais robusta em termos de possibilidades de uso a sala de aula virtual, melhores as condições de garantir aprendizagem online.

Abordagens pedagógicas para 2021

A SALA DE AULA DIGITAL – O que entendemos sobre uma sala de aula digital? Uma videoconferência com pessoas reunidas para estudar algo ou uma prática pedagógica pautada exclusivamente em recursos digitais? Não.

Ser digital vai muito além do aparelhamento tecnológico. Trata-se, sobretudo, de uma mudança genuinamente paradigmática refletida na cultura e no mindset.

Para compreender a sala de aula digital requer concebê-la de modo mais amplo, visto que este espaço virtual de aprendizagem integra seus elementos constitutivos, como as ferramentas e metodologias com um propósito educacional, isto é a intencionalidade educativa.

Em síntese, refere-se ao desenvolvimento do conjunto de atividades previstas por meio do suporte tecnológico, que se integram e interconectam, otimizando os processos, favorecendo e intensificando a aprendizagem dos estudantes por meio da incorporação de soluções Integradas de aprendizagem articuladas com demais setores das instituições educativas.

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Uma sala de aula digital significa uma sala de aula imersa em tecnologia na qual são utilizados aplicativos, sites educacionais e outros recursos para potencializar o aprendizado dos estudantes de forma flexível por meio de um processo de colaboração que transcende a necessidade do espaço físico, permitindo a compilação dos resultados da aprendizagem para análise e tomada de decisão.  Uma sala de aula física poder ser tão digital como uma sala de aula virtual.

Na prática, quando aplicamos o conceito de sala de aula digital, é preciso que compreender, por exemplo, que não se trata especificamente fazer com que os estudantes apenas criem um website. Mas que sejam capazes de desenvolver a autoria.

Não queremos que os alunos produzam vídeos para se tornar youtubers, mas que sejam capazes de contar suas histórias e de apresentar suas ideias, seus pontos de vista, com fundamentação e argumentação.

Não queremos que eles apenas manipulem elementos básicos da programação, uso de led, etc, mas que com estas experiências sejam capazes dominar diferentes linguagens desenvolvendo o pensamento computacional; não queremos que apenas simulem novos cenários ou produzam aplicativos, mas que conduzam mudanças e resolvam problemas reais.

Podemos ainda considerar que, no contexto da concepção, a sala de aula digital possibilita que pais e alunos acompanhem o progresso em tempo real, dando a possibilidade, por exemplo, de verificarem o status de tarefas pendentes no painel ou fornece links a outros materiais de enriquecimento para ajudar a impulsionar os estudos.

Além disso, os professores podem criar enquetes para feedback imediato e avaliar o engajamento e estratégias pedagógicas ao término das atividades. Recursos, tecnologias, metodologias, foco no desenvolvimento de competências e habilidades, análise de indicadores gerados pelas evidências, trabalham em conjunto com o objetivo de fornecer o máximo de benefícios, melhorar os resultados do aprendizado e otimizar o tempo do professor e de outros setores da escola, preparando os estudantes para as necessidades sociais atuais.

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APRENDIZAGEM TELEPRESENCIAL – A aprendizagem telepresencial é outra tendência que deve manter-se forte em 2021, já que os estudantes e professores podem continuar seus estudos sem se preocupar com sua localização.

Quando ouvimos o termo “telepresencial” é possível que nossa mente se volva para algo antigo, devido a influência dos “telecursos” muito utilizados no Brasil, especialmente a partir da década de 70. Mas para entendermos melhor a ideia da aprendizagem telepresencial, e como ela funciona como tendência para 2021, é preciso ter a clareza dos conceitos que circulam, neste contexto.

O termo telepresencial é integração do “tele” que vem da telemática + presencial, originária da palavra “presença”. No dicionário Priberan (2020), o termo é apresentando como algo “relativo a ou em que há interação ou contato em direto através das telecomunicações, podendo ser nomeadamente de teleconferência”.

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Destaca-se que a sala virtual (ou sala on-line) se refere especificamente a ferramenta de encontro onde ocorrem as interações entre professores e estudantes de forma síncrona. O Teams da Microsoft, Meet da Google e o Colaboratte da Blackboard são exemplos de salas de aulas virtuais disponíveis no mercado.

Quanto mais robusta em termos de possibilidades de uso a sala de aula virtual, melhores as condições de garantir aprendizagem telepresencialmente.

O fato é que estudantes e professores de diferentes locais, conectados sincronamente em um ambiente virtual, é um modelo pedagógico cada vez mais utilizado devido a necessidade de flexibilização e novas possibilidades de aprender que surgem na atualidade.

É importante considerar que a aprendizagem telepresencial foi a principal alternativa pedagógica utilizada para continuarmos a oferta do ensino escolar brasileiro, em tempos de pandemia. No entanto, este modo rico e peculiar de ensinar e aprender, possui uma série de especificidades que precisam ser atendidas para que a aprendizagem ocorra de forma sistematizada e organizada.

Temas como gestão da sala de aula virtual, descanso ocular, atividades sensoriais, ergonomia, gestão do trabalho em grupo, estratégias e recursos metodológicos variadas e roteiros de aprendizagem são os principais elementos que devem estar presentes no aprendizado telepresencial.

Assim, um dos maiores desafios a serem superados na educação em 2021 é a consolidação de uma pedagogia adequada a este modo específico de aprendizagem, materializando a concepção da sala de aula digital, integrando novas modelagens e arquiteturas pedagógicas, desenvolvendo atividades individuais e em grupos, definindo os modos de gestão e condução docente no contexto da  sala de aula virtual, aplicando diferentes metodologias e recursos digitais para qualificar as relações e interações de ensino e aprendizagem.

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NOVAS ABORDAGENS HÍBRIDAS – Definitivamente, 2021 será o ano de maior abrangência do modelo híbrido de ensino e que certamente permanecerá forte nos próximos anos.  Nesse sentido, destaco dois aspectos fundamentais:

  1. Capacidade ofertar um modelo híbrido organizado por meio de uma estruturação adequada às necessidades desta abordagem e;
  2. Criação e catalogação novas modelagens híbridas.

Diante do fato de que o modelo de educação híbrida deixou de ser uma tendência e passou a ser a solução para continuar a ofertar a educação escolar no cenário atual, quando referimos a capacidade ofertar um modelo híbrido organizado queremos dizer que temos condições de não ofertar um ensino hibrido emergencial.

Diversas publicações e relatos de experiência amplamente divulgadas são essenciais para que os gestores e professores possam refletir e a partir do levantamento das necessidades, recursos e possibilidades próprias, possam organizar uma arquitetura híbrida mais adequada a realidade de cada uma das instituições educativas, não somente para atender o cenário pandêmico e pós-pandêmico, mas para de fato incorporar este modelo altamente relevante em nosso momento histórico.

O modelo de Ensino Híbrido ou Blended Learning, foi apresentado pelo Instituto Clayton Christensen e tem sido altamente  disseminado com o intuito de fornecer uma metodologia que integra o método  convencional— presencial, em sala de aula e com a interação do professor — com o aprendizado on-line, que utiliza as tecnologias digitais para possibilitar o acesso ao conhecimento com o controle do tempo e ritmo por parte do estudante, em outras palavras, mistura as atividades online com as offline, mantendo o foco na personalização do aprendizado do estudante.

Em síntese, no momento off-line, o aluno realiza atividades convencionais como o estudo em grupo, resolução de atividades, trocas de saberes com professor e o grupo, de modo geral, aqueles momentos em são valorizados a interação e o aprendizado coletivo e colaborativo de maneira presencial, já no momento on-line, o aluno consegue controlar os elementos do seu estudo, como o tempo, o modo, o ritmo ou o local da maneira que considera suficiente para aprender e aproveitando o potencial que os recursos tecnológicos oferecem.

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Destaca-se que o momento online é mais flexível e sua estruturação do pode ocorrer em momentos síncronos e assíncronos, ou seja, em situações onde professores e alunos trabalham juntos num horário pré-definido, ou em horários mais flexíveis. No modo síncrono todos os estudantes devem realizar atividades ao mesmo tempo e em tempo real, por exemplo, aula ao vivo, fóruns, bate-papo, etc, já o modo assíncrono, cada aluno pode acessar os conteúdos dos módulos de aprendizagem em seu próprio tempo e ritmo, por exemplo, leitura do texto, resolução de atividades, etc.

Atualmente temos quatro principais modelos de ensino híbridos catalogados. São eles:

Modelo de Rotação: Ocorre por meio de um revezamento de atividades propostas pelo professor que podem variar de acordo com os objetivos de aprendizagem e especificidades do conteúdo, disciplinas faixa etária dos estudantes e recursos físicos disponíveis.  No modelo de rotação existem três formas de organização e todas integram momentos que necessitam da interação com professor e do grupo de forma presencial com as atividades organizadas e disponibilizadas pelo uso de recursos tecnológico e, portanto, on-line. São eles:

  • Rotação por estação: os alunos são divididos em grupo e para cada grupo são distribuídas atividades diferentes. Para que todos os grupos realizem as atividades, ocorre o revezamento que pode ser fixo ou alternado. Os desafios devem ocorrer de forma independem da outra mas, por se tratar de um ensino híbrido, sempre uma das estações deverão ser  atividades on-line que independem do acompanhamento direto do professor.
  • Laboratório Rotacional: este modelo é muito próximo da rotação por estação, mas neste modelo, os estudantes revezam as atividades em espaços diferentes, desde que destes espaços seja com atividades que necessita de laboratório. É uma prática que favorece o aprendizado personalizado.
  • Sala de aula invertida: popularmente conhecida com flipped classroom. Nesta abordagem, os estudantes precisam estudar o conteúdo previamente, em casa, e na sala de aula apenas praticam o que foi aprendido. Trata-se de uma das premissas do Ensino Híbrido.
  • Rotação Individual: a rotação individual ocorre por meio de revezamento de atividades, mas de forma individual, ou seja, o professor determina um conjunto de atividades a serem realizadas e os estudantes realizam no seu tempo.

Modelo Flex: No modelo flex, os estudantes recebem um conjunto de atividades a serem realizadas – um roteiro adaptado individualmente, mas o foco é o ensino é online, mesmo que em outros momentos os alunos sejam direcionados para às salas de aulas, e por isso é um modelo personalizado. O aluno segue com as atividades no seu ritmo e o professor fica à disposição para dar explicações pontuais e conforme necessidade de cada estudante. Os cursos, disciplinas são disponibilizadas de forma online.

Modelo à La Carte: abordagem na qual o estudante elabora o seu programa de estudos em parceria com o professor.  O professor auxilia as escolhas dos estudantes e o que deve ser cumprido com base nos objetivos de aprendizagem e para isso, os alunos selecionam a ordem e o local que devem realizar e pelo menos uma disciplina ou curso do programa deve ser inteiramente online. A parte online pode ser em casa, na escola ou outro local que o estudante prefira.

Modelo Virtual Enriquecido: apresenta o conteúdo de forma presencial, mas é enriquecido por atividades online sobre o conteúdo que está sendo trabalhado. Existe uma divisão do tempo entre a aprendizagem online e a presencial.

Ser digital vai muito além do aparelhamento tecnológico.

Ser digital vai muito além do aparelhamento tecnológico.

Leia mais: Por que o modelo educacional não será mais o mesmo depois da covid-19

No entanto, com tantos aprendizados ocasionados pela necessidade de flexibilização e adaptabilidade que cenário covid-19 trouxe, podemos afirmar que os modelos catalogados não são suficientes para registrar todas as diversas possibilidades de combinações que a integração do presencial com on-line podem oferecer.

Combinações com a previsão da criação de objetos de aprendizagem como o microlearning, vídeos, conteúdos em áudios, ensino presencial, ensino telepresencial, atividades síncronas e assíncronas, laboratório de simulações virtuais, roteirização de atividades, semanas de imersões presenciais e on-line, meetups, etc. são apenas alguns exemplos que podem ser incorporados na modelagem de educação híbrida.

Com um modelo mais flexível podemos, inclusive, programar um momento para que os estudantes trabalham em seus projetos pessoais, onde e como quiser, com práticas do tipo “a hora do gênio”. Para você ter uma ideia, engenheiros do Google têm permissão para passar até 20% do tempo em qualquer projeto de seu interesse. Isso ocorre, pois, a empresa acredita que, ao permitir que os profissionais trabalhem em algo que lhes interessa, acabará por levar a uma melhor produtividade. Para citar alguns exemplos de sucesso o Gmail e Google Notícias são frutos deste modelo de gestão.

Assim espera-se que escolas e faculdades possam incorporar em suas práticas pedagógicos momentos como este, para que os alunos possam encontrar um espaço de criação a partir de seus interesses.

Leia mais: Aula baseada em projetos gera valor à aprendizagem

Precisamos compreender que a ideia de sala de aula física como único espaço legítimo de aprendizagem não se sustenta no mundo atual.

Hoje a sala de aula, é meramente uma nomenclatura para referir-se ao local de encontro formal de alunos e professores para aprenderem. Com a abertura de caminhos para arranjos pedagógicos mais flexíveis o local especifico onde o aluno está será cada vez mais um elemento trivial e insignificante.

Com a criação de novas modelagens híbridas ou mesmo a aplicação dos modelos já existentes tornamos o ensino mais flexível e com isso ampliamos consideravelmente o repertório de possibilidades pedagógicas e qualificamos a experiência de aprendizagem dos estudantes.

As abordagens supracitadas para 2021 têm a capacidade de gerar impacto na vida dos professores e estudantes, influenciando-os aprenderem mais e melhor, dando-lhes a chance de desenvolver seu conjunto de habilidades e aumentarem ainda mais o repertório de possibilidades.

Para se adaptar-se às novas condições e aos novos comportamentos de aprendizagem, o desafio da educação para 2021, será de projetar e desenvolver ferramentas de autoria integradas e sistemas de gerenciamento de conteúdo que criem condições de reinventar o ambiente de aprendizagem possibilitando novas experiências sejam na educação presencial, on-line, híbrida, de qualidade.

Confira o especial “Tendências para a educação em 2021

Leia outras reportagens especiais do Desafios da Educação.

Thuinie Daros
Thuinie Daros é co-fundadora da Téssera Educação, Head de Cursos Híbridos e Metodologias Ativas da Unicesumar EAD, gestora, palestrante, consultora e autora de diversos livros na área da educação, entre eles “A Sala de Aula Inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo (selo Penso). Escreve regularmente no Desafios da Educação.

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3 Comentários

  1. Excelente!!!

  2. Vivemos em uma sociedade, onde as relações humanas tem sido mediadas por dispositivos tecnológicos cada vez mais sofisticados, esse comportamento tem sido impulsionado pelo crescimento e facilitação do acesso à internet que teve uma evolução exponencial de disponibilidade e velocidade de conexão, possibilitando a humanidade o acesso a um banco de dados gigantesco de informação e conhecimento. Essa nova realidade em que nos encontramos, tem causado rupturas e transformações paradigmáticas na educação e tem necessitado cada vez mais da profusão de novas abordagens das práticas pedagógicas.
    Apesar da aceleração que a pandemia causou, essas mudanças ainda se encontram em processo evolutivo, visto que tanto educadores como estudantes, ainda estão fortemente enviesados com o modelo pedagógico tradicional, dificultando a incorporação das tecnologias digitais no processo de construção do conhecimento.
    Por isso, o estudo de diferentes campos do conhecimento instrucional, tem se mostrado um bom caminho rumo à identificação dos papéis oferecidos aos atores do processo de ensino-aprendizagem no ciberespaço, propiciando um uso eficiente e eficaz das TICs na educação.

    Parabéns pelo texto professora Thuinie !!! Sou fã de seu trabalho !!!

    1. Obrigada Wesley, também somos fãs do seu trabalho! Obrigada pela contribuição!

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